Um novo empreendimento: ArtMov
Além das minhas atividades em Desenvolvimento Local no SENAC Piracicaba estou iniciando um novo empreendimento: a ArtMov
Por isso não estou escrevendo por enquanto nesse Blog.
Para me conhecer um pouco mais acesse “Sobre” ou meu CV artistico no menu acima. Para conhecer mais sobre a ArtMov acesse http://www.artmov.com.br ou se quizer a companhar o MEME meme.yahoo.com.br/artmov
Para falar comigo falecom@stefano.carnevalli.nom.br ou pelo celular 19 9141-9076
abraços
data in: 15 de novembro de 2009 às 20:10
Manual do Direito do Entretenimento
fonte: www.sescsp.org.br

O recem lançado livro “Manual do Direito do Entretenimento (Guia Prático)” traz uma coletânea de artigos escritos por advogados com grande experiência na área de direito de propriedade intelectual.
Organizados por Andréa Francez, José Carlos Netto e Sérgio Famá D Altino, a publicação aborda questões como:
- contratações de profissionais com ênfase no diretor, artistas e apresentadores
- créditos e direitos morais
- registro de obra
- reexibições
- contratos de trabalho por prazo determinado, indeterminado e de serviços de caráter eventual, locação de mão-de-obra
- leis de incentivos fiscais às atividades culturais e artísticas
- participação de menores em espetáculos
- contratos de direitos autorais e direitos conexos, direitos de imagem
- aspectos penais vinculados a atividades de entretenimento
O manual tem uma linguagem acessível com informações básicas e orientações precisas que buscam elucidar os direitos e obrigações não só dos que criam bens culturais, mas também daqueles que os promovem e produzem.
A publicação é das Edições SESC SP e Editora SENAC.
Recomendo!
Para comprar on-line:
Loja SESC
FLIP 2009
A Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) se tornou um dos maiores eventos mundiais de Literatura.
Em 2009, o evento acontece de 1 a 5 de julho e terá além das presenças de grandes autores de diversos países, traz oficinas literárias e show de Adriana Calcanhoto.
O FLIP, iniciado em 2003, provocou de certa forma um novo olhar para a Literatura no Brasil. Revitalizou a pesquisa literária e abriu portas para novas iniciativas em outros locais.
Todos sabemos que a população brasileira lê muito pouco, e as estatisticas confirmam: 15,6% das pessoas consomem leitura, sendo 10,8% lendo periódicos, como jornais e revistas, 3,1% livros didáticos e 1,8% livros. (a internet não entrou nessa pesquisa do IBGE de 2007)
Mas não vamos entrar nessas discussões!
O site do FLIP traz todas as informações sobre o evento, e histórico também dos autores que passaram por ela, além de informações sobre a cidade.
O evento já mobiliza muitos recursos e têm contribuido para a sustentabilidade e revitalização da cidade. Quem tiver oportunidade é uma boa alternativa nas férias de Julho.
mais informações: www.flip.org.b
Faça Diferente: inovar é um ótimo negócio
O SEBRAE lançou uma campanha para levar conhecimento para ampliar a sustentabilidade, a competitividade e contribuir para o crescimento dos pequenos negócios.
Com o nome Faça a Diferente, o movimento pela inovação está mobilizando toda equipe do SEBRAE em programas de rádio, blog, vídeos, workshops e cursos presenciais e virtuais. Além disso, foram criadas peças publicitárias para veiculação em TVs aberta e a cabo, revistas, sites e publicações internas.
Ouça os programas de Rádio
ou acesse:
http://www.facadiferente.sebrae.com.br/programas-de-radio/
Confira mais informações através do Blog do movimento:
http://www.facadiferente.sebrae.com.br
Augusto Boal e o desenvolvimento local

Augusto Boal (1931 – 2009) sempre será um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro. Foi um dos principais líderes do Teatro de Arena de São Paulo nos anos 60 e foi o criador do teatro do oprimido.
Tive contato com suas teorias e oportunidade de vê-lo ao vivo ainda com meus 16 anos. Na época não entendia qual a grandeza de todo aquele trabalho, mas hoje aproveito esse momento para refletir o quanto as propostas de Augusto Boal contribuiram e podem contribuir com o desenvolvimento local no Brasil e no mundo.
A história
No começo dos anos sessenta Boal era diretor do Teatro de Arena de São Paulo. Um dia, durante uma viagem pelo nordeste, estavam apresentando para uma liga camponesa um musical sobre a questão agrária que terminava exortando os sem terras a lutarem e darem o sangue pela terra. Ao final do espetáculo um sem terra convidou o grupo para ir enfrentar os jagunços que tinham desalojado um companheiro deles. O grupo recusou e, neste momento, Boal percebeu que o teatro que realizava dava conselhos que o próprio grupo não era capaz de seguir. A partir de então começou a pensar que o teatro deveria ser um diálogo e não um monólogo.
Nesse momento começa a surgir o Teatro do Oprimido que é um método estético que sistematiza Exercícios, Jogos e Técnicas Teatrais que objetivam a desmecanização física e intelectual de seus praticantes, e a democratização do teatro.
A técnica
O Teatro do Oprimido parte do princípio de que a linguagem teatral é a linguagem humana que é usada por todas as pessoas no cotidiano. Sendo assim, todos podem desenvolvê-la e fazer teatro. Desta forma, o TO cria condições práticas para que o oprimido se aproprie dos meios de produzir teatro e assim amplie suas possibilidades de expressão. Além de estabelecer uma comunicação direta, ativa e propositiva entre espectadores e atores.
O Teatro do Oprimido propõe projetos que estimulam a participação ativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade, e visam à transformação da realidade a partir do DIÁLOGO e através de meios estéticos.
Linguagem Universal
Aplicado no Brasil, em parceria com diversas ONGs, como as católicas Pastoral Carcerária e CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), ou movimentos sociais, como o MST, as técnicas de Boal ganharam mundo, sendo suas obras traduzidas em mais de 20 idiomas, e ganhando aplicação por parte de populações oprimidas nas mais diversas comunidades, como recentemente entre os palestinos
Em março deste ano(2009) o teatrólogo Augusto Boal foi nomeado Embaixador Mundial do Teatro pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), reconhecendo toda sua contribuição.
Teatro do Oprimido = Diálogo = Desenvolvimento Local
fontes utilizadas:
Wikipedia, website do CTO (Centro de Teatro do Oprimido) , reportagens da Folha de São Paulo, foto: Wikimedia Commons
Empresas que publicaram Balanço Social
O Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) mantém um projeto desde 1997 que ajuda a desenvolve e aprimora modelos de balanço social, monitorando as empresas .
No site www.balancosocial.org.br estão concentradas todas as informações sobre o projeto.
Uma dica interessante é o acesso ao Banco de Dados que permite visualizar os balanços sociais de médias e grandes empresas publicados no modelo Ibase.
Em 2007 também foi publicado um livro com análise de mais de mil balanços sociais publicados entre 1997 e 2005. O objetivo dessa publicação foi fazer uma avaliação de uma década de balanço social e captar tendências. Clique aqui para acessar a versão do Livro em PDF.
Fica a dica!